domingo, 10 de abril de 2011

O amor que se expande concretamente para toda a humanidade.


A LUZ DE CHIARA LUCE

Por: Fernanda Pompermayer


Um casal sem filhos, que pede a Deus a graça de tê-los: uma prece atendida. Uma menina saudável, cheia de vida. O amor pela natureza, pelo esporte, pelos amigos, pela vida. Uma infância e uma adolescência felizes. O encontro com um grande ideal: Deus Amor, no Movimento Gen, expressão jovem dos Focolares. Essa foi a vida de Chiara Badano até 1989. Tudo muito normal: uma existência como muitas outras. Um fato muda totalmente a rota de sua história.
Aos 17 anos, durante uma partida de tênis, Chiara sente fortes dores nas costas. O diagnóstico é claro: tumor nos ossos (sarcoma osteogênico) com metástase. Inicialmente, Chiara é informada de que se trata "apenas" de uma doença grave. Pouco tempo depois saberá toda a verdade. A notícia não a abate.
Começa uma série de exames, internações, recuperações, recaídas; outras internações, cada vez mais frequentes; cirurgias. A primeira intervenção cirúrgica não deixa margem para grandes esperanças. Chiara enfrenta tudo com coragem, inclusive tratamentos muito dolorosos e ciclos de quimioterapia. A cada nova "surpresa" sempre responde com decisão: "Por ti, Jesus!". A sua força está em viver o momento presente e oferecê-lo a Deus com todo o coração. Realidades que ela tinha aprendido a viver desde cedo com a Espiritualidade da Unidade, inspirada por outra Chiara (a Lubich), fundadora do Movimento dos Focolares, que sempre a acompanhou como líder espiritual.
Como Jesus na cruz Em pouco tempo, Chiara Luce perde os movimentos das pernas. Faz uma nova cirurgia, muito dolorosa, mas sem qualquer mudança no seu estado de saúde. Nos momentos mais difíceis, sente-se sustentada pela identificação com "Jesus Abandonado": Jesus que, na cruz, não sente mais a presença consoladora de Deus, mas que continua a amar e a doar a sua vida pelos outros. Chiara chega a dizer: "Se agora me perguntassem se quero caminhar responderia que não, pois, assim, sinto-me mais próxima a Jesus".
Mesmo imóvel, continua ativa. Pelo telefone, acompanha um grupo de jovens que quer viver pelo ideal da fraternidade universal, que está surgindo em Savona, perto da cidade dela. Também marca presença nos congressos dos Gen e em outras atividades, com cartões e mensagens escritas e gravadas. Faz de tudo para que seus amigos e colegas de escola conheçam o estilo de vida dos Gen e se tornem amigos deles. Enquanto "age", persevera na oferta dos seus sofrimentos. "Só me interessa a vontade de Deus", afirmou certa vez. E ainda: "Agora nada mais em mim está sadio, porém, ainda tenho um coração: com ele posso amar sempre". Inúmeros testemunhos revelam a vida que Chiara irradiava do seu leito, estando em comunicação com muitas pessoas.
De fato, ela não percorre um caminho solitário. Segue uma trajetória em sintonia com outros jovens que vivem pelo mesmo ideal, e que não perdem nenhuma oportunidade para fortalecer a unidade entre eles e com Chiara Lubich. Quando se reúnem, trocam experiências sobre o Evangelho vivido. mas também se comunicam por telefone, fazem passeios juntos, organizam festas. Vivem a comunhão dos bens entre eles e com os necessitados. Chiara conserva no seu quarto, até a sua morte, uma lista de tudo o que possui, para colocar em comum com quem necessita. Quando recebe alguma quantia em dinheiro, destina-a ao continente africano, para o Benin e a Costa do Marfim, a fim de colaborar com projetos de promoção humana desenvolvidos pelos Focolares.
O seu amor se expande concretamente para toda a humanidade. Com Chiara Lubich Com a doença, o seu relacionamento com Chiara Lubich se intensifica. Em 19 de julho de 1990, escreve para informá-la do seu estado: "A medicina depôs as armas! Só Deus pode fazer algo. Interrompendo o tratamento, aumentaram as dores na coluna, causadas pelas duas cirurgias e pela imobilidade na cama, e quase não consigo me virar. (.) Sinto-me tão pequena e o caminho a ser percorrido é tão árduo! Muitas vezes, me sinto dominada pela dor. Também eu repito com você: 'Se tu queres, Jesus, eu também quero' (era o slogan que a fundadora dos Focolares tinha sugerido para que toda a comunidade do Movimento vivesse naquela quinzena). Estou com você, na certeza de que com Ele venceremos o mundo!" A resposta a esta carta chega em poucos dias: "Chiara, não tenha medo de dizer o seu sim momento por momento. Isso lhe dará forças, pode ter certeza! Eu também rezo nessa intenção e estou sempre ao seu lado. Deus a ama imensamente e quer penetrar no íntimo da sua alma e fazê-la experimentar gotas de Céu.
O nome "novo" (Chiara Badano lhe havia pedido um nome que servisse como um programa de vida) que escolhi para você é "Chiara Luce" (luce é luz em italiano). Gostou? É a luz do Ideal (da Unidade) que vence o mundo". Na reta final Começam os últimos meses de sua vida, os mais intensos. Precisa usar morfina para diminuir as dores, mas a um certo ponto ela a rejeita. E explica: "Tira a lucidez e eu não tenho nada além da dor para oferecer a Jesus. Só me sobrou isso. Se não estiver lúcida, que sentido tem a minha vida?
"Os médicos observam aquela jovem e os seus pais com muito interesse, impressionados com o exemplo de fé e de amor. O especialista que a acompanhou - uma pessoa crítica e sem fé em relação à Igreja - chega a afirmar: "Desde que conheci Chiara, algo mudou dentro de mim. Nela há coerência, todo o cristianismo se encaixa". Chiara Luce conquistou o Paraíso no dia 7 de outubro de 1990. Dirigiu suas últimas palavras à mãe: "Tchau, seja feliz porque eu estou feliz".
Chiara Lubich enviou um telegrama aos pais, Ruggero e Maria Teresa Badano, acompanhado por um ramalhete de flores e uma frase: "Agradeçamos a Deus por essa sua obra-prima luminosa". No Decreto de 12 de dezembro de 2009, Bento XVI reconheceu um milagre atribuído à intercessão de Chiara Luce Badano: a cura cientificamente inexplicável de um menino da cidade de Trieste (Itália) com um tipo raro de meningite, a quem os médicos davam poucas horas de vida. Em 25 deste mês, ela será proclamada bem-aventurada pela Igreja Católica, numa celebração realizada no Santuário de Nossa Senhora do Divino Amor, em Roma.
Isso significa que a Igreja, depois de um longo estudo de sua vida, reconhecerá Chiara Luce como modelo de alguém que viveu de forma heroica e incondicional o Evangelho e, em particular, o mandamento do amor ao próximo.
Dez mil pessoas já confirmaram a participação na solenidade, inclusive representantes de várias Igrejas cristãs e religiões. Outras milhares de pessoas, sobretudo jovens, acompanharão a cerimônia pela TV e pela internet. No site que foi aberto para o acompanhamento dos preparativos para a solenidade, jovens de todo o mundo estão deixando o próprio depoimento sobre o fascínio que a vida de Chiara Luce exerce sobre eles e sobre a decisão de viver como ela, por um ideal que nem mesmo a morte pode destruir: Deus. Uma prova concreta de que a santidade não só é possível, como é atual!
É preciso o testemunho "Achei que o seu testemunho era significativo, particularmente para os jovens. Basta considerar como viveu o período da doença, ver a repercussão que sua morte suscitou. Não podíamos deixar cair no nada um exemplo de tais dimensões. Também hoje existe a necessidade da santidade. É preciso ajudar a encontrar uma orientação, um objetivo para a vida, ajudar os jovens a superar suas inseguranças, sua solidão, seus enigmas diante dos insucessos, da dor, da morte, de todas as suas inquietações. Os discursos teóricos não os conquistam; é preciso o testemunho." Dom Lívio Maritano, bispo emérito da diocese de Chiara Badano
O perfume de sua vida "Quando me perguntam o que eu penso sobre Chiara Luce, respondo que, mesmo tendo-a conhecido só por correspondência, o perfume de sua vida e a luz que irradiou - e que continua irradiando - são tais que me fizeram compreender que a experiência dela foi especial. Em poucos anos, Chiara Luce amadureceu espiritualmente e parece ter atingido aquela meta que todos nós devemos alcançar, pois todos nós, sem exceção, somos chamados à santidade."
Chiara Lubich, fundadora do Movimento dos Focolares Momentos de festa 25 de setembro de 2010 sábado 11h (horário de Brasília) Missa com o rito de beatificação de Chiara Luce Badano, celebrada no Santuário do Divino Amor - Roma.
A celebração será presidida por dom Ângelo Amato, Prefeito da Congregação para as Causas dos Santos, do Vaticano.
25 de setembro de 2010 sábado 15h30 (horário de Brasília)
"Encontro com Chiara Luce Badano", na Sala Paulo VI, no Vaticano. Jovens de diversas partes do mundo realizarão uma programação artística e de testemunhos sobre a vida de Chiara Luce e sobre a atualidade da vivência do Evangelho, que foi o seu estilo de vida. 26 de setembro de 2010 domingo 5h30 (horário de Brasília) Missa de Ação de Graças pela beatificação, na Basílica de São Paulo Fora dos Muros - Roma
. A celebração será presidida pelo cardeal Tarcisio Bertone, Secretário de Estado do Vaticano. 26 de setembro de 2010 domingo 7h (horário de Brasília) Angelus do papa Bento XVI (em conexão). No Brasil, todos os eventos serão transmitidos pela TV Canção Nova. Depoimentos "Caros jovens, sigam com todo o coração o convite do papa: 'Voem alto, sejam pessoas que miram metas dignas dos filhos de Deus. Deem glória a Deus com as suas vidas!'" Chiara Lubich "Chiara Luce é uma inspiração para nós, pois nos identificamos com ela. Ela nos revela a santidade como algo possível.
O que mais toca é o seu sorriso, como o de alguém que entendeu, muito rapidamente, o 'segredo' da vida"
Talita V. Terciotti, 21 anos, Londrina - PR
"Impressiona-me como uma pessoa tão jovem conseguiu dar o próprio sim a Deus e ser fiel até o fim" Annja Zillekens, 22 anos, Alemanha "Ela nos mostra que podem existir jovens que bebem Coca-cola, usam calça jeans, vão a festas, mas que sabem ter Deus em suas vidas. Deus que é Amor"
Waddle Almeida, 19 anos, Castanhal - PA
"O que mais me toca em Chiara Luce é uma santidade cotidiana. Eu a vejo como um modelo e como uma possibilidade para que também eu chegue onde ela chegou. Porém, começando agora, sem esperar. É possível ser santos numa família, com amigos, no trabalho"
Lara Bethania Bianchi, 19 anos, Argentina "Chiara Luce é um exemplo de vida não só para os jovens, mas para qualquer pessoa. Ela viveu tudo de uma forma muito intensa e torna a santidade mais próxima da gente" Adriano R. Linhares, 24 anos, Porto Alegre - RS
"Ela nos ensina que nós podemos ser santos por meio das pequenas coisas, que não é só preciso falar de amor: é preciso amar" Sara di Rocco, 20 anos, Itália
"Acho a sua beatificação um fato muito importante, pois poucos jovens conseguem chegar a esta meta: transformar cada momento de dor em luz para os outros. Para mim ela é um modelo"
Andres Miguel Varela, 23 anos, Argentina

Os artigos desta seção podem ser reproduzidos parcial ou totalmente desde que sejam citados a fonte e o autor. Imagens: só com autorização escrita da Editora Cidade Nova


Jesus, atraves da vida de Chiara nos apresenta a unica saida para a santidade, o abandono Nele, a entrega total, o amor ao proximo. A passagem é somente uma passagem, o que vale é a intensidade com que vivemos nossos dias em entrega e pensamento em Cristo! Obrigada Chiara por atraves de vc me sentir fortalecida na minha caminhada. Deus seja louvado!

monica castro dos santos
sao luis - MA
Uma luz que irradia sempre..... Devemos ser assim....como nossas Chiaras. Levar Jesus abandonado a todos os povos e nações. Eu sempre digo isso: Quero deixar um rastro de Luz por onde eu passar...e essa Luz é Jesus... Chiara Luce, deixou esse rastro de Luz...

Alexandra Renata Ferreira
Ribeirão Preto - SP
Que a paz do Senhor Jesus esteja sobre nós! Olhar o testemunho de Chiara Luce é poder ver uma vida "natural" como todos nós vivemos, e saber transformar o cotidiano em santidade. Entendendo assim que o Evangelho é pregado também com nosso exemplo de vida, mas do que com palavras!

Gabriela, 21 anos
Santo André-SP -
fiquei muito emprecionado com a historia de chiara luce eu acredito que ela ja está com Deus,ela entendeu que o Cristo deixou para todos nós continuar a sua obra,ser-mos hoje os seus dicipulos ver o cristo em cada irmão ou seja a cada proximo,ja participei de familias novas, hoje participo das equipe de nossa senhora de casais que tambem é para uma espiritualidade conjugal, e santificação do casal

josé carlos facchim,
bauru sp - SP
Seria mais uma história de uma vida jovem precocemente abreviada, se Deus não a fizesse um instrumento para ser um exemplo à humanidade de que Ele nos chama à santidade desde a mais tenra idade. É um testemunho de maturidade na juventude, que nos envergonha a nós, mais velhos, ainda relutantes em sermos santos.

Marcio Duval Soares
Rio de Janeiro - RJ
A beatificação de Chiara luce Badano irá iluminar muitos jovens em todo mundo e eles descobrirão que a santidade é possível, ainda hoje.

José Carlos Galisteu
Londrina - PR
Palavras do papa sobre Chiara Luce
27 SETEMBRO 2010 NO COMMENT
Artigo da Editora Cidade Nova:

(veja em http://www.cidadenova.org.br/Noticias/Detalhe.aspx?id=3617)

Palavras do papa sobre Chiara Luce

Nesta segunda-feira (27/9), o CN Notícias reproduz palavras do papa Bento XVI sobre Chiara Luce Badano, jovem beatificada neste sábado (25/9).

Centenas de milhares de pessoas, na cerimônia de beatificação, em outros dois eventos no Vaticano, e em centenas de encontros presenciais nos cinco continentes, e ainda via rádio, TV e Internet, envolveram-se neste fim de semana sob o estímulo do exemplo de vida e amor a Deus e ao próximo dado pela jovem italiana, falecida aos 18 anos em 1990.
Abaixo, as palavras do papa, trecho de seu pronunciamento durante o Angelus neste domingo:

“Caros amigos, só o Amor com A maiúsculo dá a verdadeira felicidade! Demonstra-o também outra testemunha, uma jovem que ontem foi proclamada Bem-Aventurada aqui em Roma. Falo de Chiara Badano, uma garota italiana nascida em 1971, que uma doença levou à morte a pouco menos de 19 anos, mas que foi para todos um raio de luz, como diz seu apelido: ‘Chiara Luce’ [Clara luz]. Sua paróquia, a diocese de Acqui Terme e o Movimento dos Focolares, ao qual pertencia, estão hoje em festa – e é uma festa para todos os jovens, que podem encontrar nela um exemplo de coerência cristã. Suas última palavras, de plena adesão à vontade de Deus, foram: ‘Mamãe, tchau. Seja feliz, porque eu sou feliz’. Louvemos a Deus, porque seu amor é mais forte que o mal e a morte; e agradeçamos à Virgem Maria, que conduz os jovens, mesmo em meio a dificuldades e sofrimentos, a se enamorarem por Jesus e a descobrirem a beleza da vida”.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Indicaçao de Filmes


Tudo sobre o filme Invictus. Detalhes sobre o elenco, notícias, imagens e trailers exclusivos. Criticas e comentários de nossos usuários.

Teresa Martin


Teresa Martin nasceu em Alençon, França, em 02 de janeiro de 1873. Dois dias mais tarde foi batizada na Igreja de Notre-Dame, recebendo os nomes de Maria Francisca Teresa. Seus pais foram Luis Martin e Celia Guérin, ambos veneráveis na atualidade. Após a morte de sua mãe, em 28 de agosto de 1887, Teresa mudou-se com toda a sua família para Lisieux.




No final de 1879 recebeu pela primeira vez o sacramento da penitência. No dia de Pentecostes de 1883, recebeu a graça especial de ser curada de uma grave enfermidade pela intercessão de Nossa Senhora das vitórias ( A Virgem do Sorriso). Educada pelas Beneditinas de Lisieux , recebeu a primeira comunhão no dia 08 de maio de 1884, depois de uma intensa preparação, culminada pela graça da íntima comunhão com Cristo. Algumas semanas mais tarde, em 14 de junho do mesmo ano, recebeu a Confirmação.


Seu desejo era abraçar a vida contemplativa, como suas irmãs Paulina e Maria, no Carmelo de Lisieux, porém sua tenra idade a impedia. Durante uma viagem a Itália, depois de visitar a Santa Casa de Loreto e os lugares da Cidade Eterna, em 20 de novembro de 1887, na audiência concedida pelo Papa Leão XIII aos peregrinos da diocese de Lisieux, pediu ao Papa ,com audácia filial, autorização para poder entrar no Carmelo aos 15 anos.

Em 09 de abril de 1888 ingressou no Carmelo de Lisieux. Recebeu o hábito em 10 de janeiro do ano seguinte e fez sua profissão religiosa em 08 de setembro de 1890, festa da Natividade da Virgem Maria.
No Carmelo começou o caminho da perfeição traçado pela Madre Fundadora, Teresa de Jesus, com autêntico fervor e fidelidade, cumprindo os diferentes ofícios que lhe foram confiados (foi também mestra de noviças).
Iluminada pela palavra de Deus, e provada especialmente pela enfermidade de seu querido pai, Luis Martin, que faleceu em 29 de julho de 1894, iniciou o caminho para a santidade, inspirada na leitura do Evangelho e pondo o amor no centro de tudo. Teresa nos deixou em seus manuscritos autobiográficos (História de uma alma) não só as lembranças de sua infância e adolescência, mas também o retrato de sua alma e a descrição de suas experiências mais íntimas. Descreve e comunica a suas noviças, confiadas aos seus cuidados, o caminho da infância espiritual; recebe como dom especial a tarefa de acompanhar com a oração e sacrifício os irmãos missionários ( o Padre Roulland, missionário na China, e o Padre Belliére). Aprofunda-se cada vez mais no mistério da Igreja e sente crescer sua vocação apostólica e missionária para levar consigo os demais, movida pelo amor de Cristo, seu único Esposo.



Em 09 de junho de 1895, na festa da Santíssima Trindade, ofereceu-se como vítima ao Amor misericordioso de Deus. Nesta época escreve o primeiro manuscrito autobiográfico que entregou a Madre Inês no dia de seu onomástico, em 21 de janeiro de 1896.
Alguns meses mais tarde, em 03 de abril, durante a noite de quinta para sexta-feira santa, teve uma hemoptise, primeira manifestação da enfermidade que a levaria à morte, e ela a acolheu como uma misteriosa visita do Esposo Divino. Então, entrou em uma prova de fé que duraria até o final de usa vida, e dela oferece um testemunho emotivo em seus escritos. Durante o mês de setembro conclui o manuscrito B, que ilustra de maneira impressionante o grau de santidade ao qual havia chegado, especialmente pela descoberta de sua vocação no coração da Igreja.



Enquanto piora sua saúde e continua o tempo de prova, no mês de junho começa o manuscrito C, dedicado a Madre Maria de Gonzaga; entretanto, novas graças a levam a amadurecer plenamente na perfeição e descobre novas luzes para a difusão da mensagem na Igreja, para o bem das almas que seguirão seu caminho. Em 08 de junho é transferida para a enfermaria, onde outras religiosas recolhem suas palavras quando suas dores e provações se tornam mais intensas e enquanto suporta com paciência até a chegada de sua morte, acontecida na tarde de 30 de setembro de 1897. "Eu não morro, entro na vida", havia escrito a seu irmão espiritual, o missionário P. Mauricio Belliére. Suas últimas palavras, "Meus Deus, eu vos amo" , selaram uma vida que se extinguiu da terra aos 24 anos, para entrar, segundo seu desejo, em uma nova fase de presença apostólica em favor das almas, da comunhão dos Santos, para derramar uma "chuva de rosas" sobre o mundo (chuva de favores e benefícios, especialmente para amar mais a Deus).
Foi canonizada por Pio XI em 17 de maio de 1925, o mesmo Papa em 14 de dezembro de 1927, a proclamou Padroeira Universal das Missões, junto com São Francisco Xavier.
Sua doutrina e seu exemplo de santidade tem sido recebidos com grande entusiasmo por todas as categorias de fiéis deste século.

Por ocasião do Centenário de sua morte, o Papa João Paulo II a declarou Doutora da Igreja, pela solidez de sua sabedoria espiritual inspirada no Evangelho, e pela acolhida em todo o mundo de sua mensagem espiritual, difundida através da tradução de suas obras em mais de cinqüenta línguas diversas. A cerimônia da Declaração ocorreu em 19 de outubro de 1997, precisamente no Domingo em que se celebra o Dia Mundial das Missões.

Minha pequena Alma

florzinha branca de Jesus interceda por cada um de nossos jovens,


Santa Terezinha , uma história de amor (01/Outubro)



"Ó Jesus, meu Amor... enfim, encontrei minha vocação, é o Amor!"
Talvez você já a conheça e a ame...
Talvez já saiba algo a seu respeito e queira saber mais...
Talvez queira conhecê-la.
Se assim for, ei-la: Santa Teresinha do Menino Jesus da Santa Face:
Doutora da Igreja: uma mulher, uma jovem, uma contemplativa!

Sim, uma Santa na net. Pela grande rede, essa Carmelita Descalça realiza o desejo de "pregar o Evangelho nas cinco partes do mundo, até nas mais longínquas ilhas"...
Há cem anos, Jesus vem realizando prodígios através dessa grande mulher que só quis ser pequena e frágil no colo de Deus Pai.
Seus méritos são evidentes. Sua vida mostrou a simplicidade. Seus milagres inegáveis. Seus exemplos são irrepreensíveis.

A florzinha branca, aos três anos e meio de idade, em julho de 1876

Teresinha e seu sonho, bem maior que a vida:
Escalar a Montanha ao encontro do amor.
Decidiu que vai fazer esta subida,
Sem medir sacrifícios, buscando o Senhor.

Este Amor que ela nos diz é o amor que irá salvá-lo (a), primeiramente, de si mesmo (a), para que você saia de si, de seu pequeno mundo, de seu comodismo, olhe para dentro de você e contemple o Alto, cante, adore e veja as maravilhas de Deus, NOSSO MESTRE AMADO e, em seguida, olhe para os seus irmãos sofredores. Há tantos precisando de sua ajuda, de sua palavra, de seu carinho! Há tantos precisando conhecer o amor que Deus lhes tem! E não se esqueça daqueles que sempre estiveram contigo, peça que Deus por intercessão de Nossa Santinha "Santa Terezinha" sempre os cubra de rosas, "os cubra bençãos".Com o exemplo e a vida de Santa Teresinha, lancemo-nos com coragem na obra da evangelização, no anúncio de notícias boas e alegres aos povos, mostrando o quanto Deus nos ama. Anunciemos a melhor notícia de todas: Jesus morreu e ressuscitou. Ele está vivo e caminha conosco. Graças a Deus, bendito seja Deus para todo sempre!




UMA FRASE DELA QUE CARREGO SEMPRE COMIGO:
"Ó Coração de Jesus, tesouro de ternura,
és tu minha felicidade, minha única esperança,
tu que soubeste encantar minha terna juventude
fica ao meu lado até à última noite"
(Santa Teresinha, PN 23,6)
D. HARDT



Oh! florzinha branca de Jesus interceda por cada um de nossos jovens, q eles não tenham medo e nem vergonha de ser inteiramente de JESUS!

Você sabe o que é voto nulo ou branco?


Você sabe o que é voto nulo ou branco?
Veja como usar bem o voto como arma pela cidadania

Por Redação Multimídia ES Hoje (redacao@eshoje.com.br) Foto: Divulgação.

Domingo (03) 135,8 milhões de eleitores vão às urnas em todo o Brasil. No Espírito Santo os votantes chegam a 2,6 milhões. Em relação às eleições de 2006, houve um crescimento de 7,8% no colégio eleitoral. Os números do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostram ainda que a mulher permanece como a maioria do eleitorado, com 51,8% contra 48% de homens. A faixa etária de 25 a 34 anos representa 24% dos eleitores.

Mas muitos ainda têm dúvida na escolha dos candidatos. Há que, inclusive, não decidiu se quer votar em alguém. Mas também não sabem se querem votar. Uma dúvida comum entre os eleitores é se existe ou não diferença entre votar em branco e nulo.

Alguns eleitores acreditam que o voto em branco vai para o candidato que está ganhando e o nulo não vai para ninguém. No entanto, de acordo com a legislação eleitoral, tanto os votos em branco quanto os votos nulos não são considerados válidos, são excluídos de qualquer contagem e não são contabilizados para qualquer candidato.

Os votos em branco são assinalados por meio de uma tecla específica existente nas urnas eletrônicas. Já o voto nulo acontece quando o eleitor digita um número que não é correspondente a nenhum candidato ou partido oficialmente registrado e confirma a combinação digitada.

Até 1997, o voto em branco era contabilizado como válido, mas uma mudança da lei eleitoral no mesmo ano excluiu os brancos e nulos na contagem final das eleições. Mesmo considerados sem efeito no resultado das eleições, as duas formas de votação foram mantidas entre a transição da votação com cédulas em papel e o uso da urna eletrônica.

Em 2006, a soma do número de votos em branco e nulos para presidente, no primeiro turno, foi de quase 9 milhões de votos. Este ano a Justiça Eleitoral calcula que passe dos 11 milhões, o que é pouco, considerando que no Brasil o voto é obrigatório.

O voto em branco ocorre quando o eleitor escolhe a opção "Branco" e confirma na urna eletrônica. Já o voto nulo é aquele que não corresponde a qualquer numeração de partido político ou candidato regularmente inscrito. Tanto o voto nulo como o em branco não são considerados na soma dos votos válidos. O voto em branco não vai para nenhum candidato, ele é considerado inválido.

O voto nulo não é computado no total de votos válidos. Assim, se você votar nulo poderá estar favorecendo a vitória de um candidato ruim, pelo abandono de sua oportunidade de escolher conscientemente o seu representante. A não participação no processo eleitoral poderá acarretar uma realidade política prejudicial a todos.

Votar nulo reduz o coeficiente eleitoral porque, depois da eleição a Justiça Eleitoral faz uma divisão, por exemplo - digamos que aqui em Brasília votem 1,6 milhão - são 8 cargos a eleger para a Câmara Federal - a JE faz a divisão: 1,6/8. Aparecerá o número de 200 mil - será esse o quociente eleitoral. O partido atingiu 200 mil votos, fará um candidato, outro atingiu 400 mil - 2 candidatos, 600 - 3 e assim por diante.

Com o fim de cada eleição se estabelece um quociente eleitoral e um quociente partidário, que é o numero de vezes que o partido atingiu o quociente eleitoral. Então o voto nulo não é contado para o ponto deste quociente, nem o voto em branco.

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Somos chamados a voltar ao Cenáculo, para ter um novo Pentecostes


Apóstolos da efusão do Espírito Santo
Somos chamados a voltar ao Cenáculo, para ter um novo Pentecostes

Pela efusão do Espírito, a Igreja é manifestada ao mundo e impulsionada por Ele. O Espírito a inaugurou ao mundo. Ele [Espírito Santo] é dado em Pentecostes na grande efusão; por essa razão, o projeto de Deus é colocá-Lo em público. Às vezes, acontece certa confusão na cabeça das pessoas com relação a esta expressão: "efusão do Espírito Santo". Essa efusão é o acontecimento por meio do qual Deus nos dá uma nova graça de viver uma nova vida.

O Espírito Santo derrama muitos dons sobre a Igreja, mas nem o bispo nem o padre são proprietários d'Ele, muito menos a Renovação Carismática Católica (RCC)! O Espírito Santo não quer fechar as coisas, mas sim, abri-las. Por exemplo: é próprio dos bispos terem o dom do discernimento, ou seja, identificar o que o Espírito Santo fala à Igreja, mas isso não significa que só eles o tenham. Eles precisam estar abertos a novas moções.

O Espírito Santo de Deus é para todos. Deus dá graça própria para você exercer as suas funções. Ele nos dá os dons necessários. Muitos homens e mulheres descobriam que Pentecostes é um fato que se atualiza em suas vidas.

O perfil do apostolado da efusão do Espírito Santo é o de se abrir com docilidade aos dons do Espírito, acolhendo os carismas e não esquecendo que estes [os carismas] são dados para todos. Ser apóstolos da efusão, preparar as pessoas, é clamar o batismo do Espírito Santo, rezar pelas pessoas, impor as mãos. O carisma não é para atrair as pessoas para nós, para nos fazermos de "estrelas", mas é para levar as pessoas a Deus.

Em 1974, participei de um grupo de oração e ali recebi a efusão do Santo Espírito (eram os primeiros da RCC). Era uma graça para tantas e tantas pessoas, as quais hoje são pessoas maduras e treinadas na oração, porque tiveram suas vidas renovadas pelo Pentecostes.

É preciso haver grupos de oração e momentos de oração carismática, porque corremos o risco de transformar a Renovação Carismática em promoção de encontros de massa. Isso é bom, mas é preciso ter a experiência de grupo de oração.

Somos chamados a voltar ao Cenáculo, para ter um novo Pentecostes, pois é o Espírito que nos faz experimentar o fogo do amor. O Pentecostes nos impulsiona a levar para o mundo este vigor do Espírito e Ele dá vida à nossa Igreja. Quando nos abrimos à efusão do Espírito Santo, Ele reforça o nosso encontro.


(Artigo produzido a partir da pregação de 10/01/2008)

Dom Alberto Taveira
Arcebispo metropolitano de Palmas (TO)

Quero estar pra sempre em tuas mãos, óh Mãe


Maria é minha mãe
Bem da Hora
Composição: Pitter di Laura, Andréa Taisa e Lucas Santos
Sempre tão presente está,
olhando pra mim e não deixa de me amar.
Mãe que me conduz a Deus,
me ensina com o seu exemplo a dizer meu sim.
Nánánánáná!
Nánánánáná!
Quero estar sempre assim,
olhando pra ti, aprendendo a obedecer
mesmo se difícil está, não vou desistir,
tua mão vai me sustentar!
Vem me acolher quando eu chorar!
E se eu cair, vem me levantar!!
Quero estar pra sempre em tuas mãos, óh Mãe

A História da Águia-Galinha:


Introdução:

Ler significa reler e compreender, interpretar. Cada um lê com os olhos que têm. Isso faz da compreensão sempre uma interpretação.
Todo o ponto de vista é a vista de um ponto.
Sendo assim, fica claro que cada leitor é co-autor. Porque cada um lê e relê com os olhos que têm. Porque cada um compreende e interpreta a partir do mundo em que habita.

Com estes pressupostos vou contar a história de uma águia que foi criada como uma galinha. Essa história deve ser lida e compreendida como uma metáfora da condição humana. Cada um a lerá e re-lerá conforme os seus olhos. Compreenderá e interpretará conforme o chão que os seus pés pisam.



A História da Águia-Galinha:


Numa tarde sonolenta de verão, voltava um criador de cabras, do alto de uma planura verde. Ao pé da montanha por onde passava, encontrou, de repente, um ninho de águias todo estraçalhado. Dentro do ninho ainda lá estava um filhote de águia, ferido na cabeça. Parecia morta, a jovem águia, toda ensanguentrada.
Recolhendo-a com cuidado pensou:
-Vou leva-la ao meu vizinho que é um amante de pássaros. Gosta de os empalhar. Talvez queira empalhar este filhote de águia!
E assim fez, foi a casa do amigo empalhador, que o recebeu alegremente, e lá deixou a águiazinha.
-Amanha vou empalha-la, matutou consigo mesmo. Embora pequena vai ser uma ave soberba enchendo de grandeza qualquer sala. Colocou a águia num cesto e foi dormir.
No dia seguinte teve uma grande surpresa. Ao retirar o cesto, percebeu que a águia ainda se mexia. Por misericórdia tratou-lhe as feridas e tentou alimenta-la. Mas a recuperação estava ser lenta, e por isso, o empalhador resolveu coloca-la no seu galinheiro. Uma águia não é uma galinha. Mas as galinhas podem provocá-la para viver, para locomover-se e, quem sabe, para despertar em si a imagem das alturas e buscar, um dia, o sol.
A águia passou a comer milho e ração para galinhas. A águia depressa adquiriu os hábitos das galinhas e o empalhador já nem dela se lembrava.
Passados cinco anos o empalhador recebeu a visita de um naturalista amigo. Enquanto passeavam pelo jardim, disse o naturalista:
-Este pássaro não é uma galinha. É uma águia.
-De facto - disse o empalhador - é águia, mas foi criada como galinha e por isso deixou de ser águia. Transformou-se numa galinha, apesar das suas magníficas asas!
-Não - retorquiu o naturalista - Ela é e será sempre uma águia. Tem coração de águia. E esse seu coração, fará com que um dia voe até ás alturas.
-Não, não, insistiu o empalhador. Ela transformou-se numa galinha e jamais voará como uma águia.

Então decidiram fazer uma prova.

O naturalista pegou na águia, ergueu-a bem alto e disse-lhe:
-Pertences ás alturas e não ao chão, voa para o infinito do céu como te pede o coração!
Mas a águia, amedrontada, não fez sequer um movimento. Ao olhar em seu redor, e vendo as galinhas a comer milho no solo, deixou-se cair pesadamente e juntou-se a elas.
-Eu disse, ela agora é uma galinha, jamais voltará a ser águia.- comentou o empalhador.
O naturalista ainda não convencido respondeu: - Ela é uma águia e vai seguir a sua natureza. Amanha tentamos novamente.

No dia seguinte, o naturalista subiu com a águia para o tecto da casa e sussurrou-lhe:
- Águia abre as tuas asas e voa!
Mais uma vez, a águia-galinha saltou para o solo e juntou-se ás galinhas.
Amanha, sem falta, a farei voar!- resmungou o naturalista ao ver o ar de gozo que o seu amigo esboçava. – Uma águia tem dentro de si o chamado infinito.O seu coração sente os picos mais altos das montanhas. Por mais que seja submetida a condições de escravidão, ela nunca deixará de ouvir a sua própria natureza de águia que a convoca para as alturas e para a liberdade!

No dia seguinte, os dois amigos acordaram cedo. Pegaram na águia e foram para o cume de uma montanha, longe da confusão da cidade. O Sol nascente dourava a montanha. O naturalista ergueu a águia até ao pico da montanha e ordenou-lhe: - Águia desperta do teu sono, deixa nascer o sol dentro de ti. Abre as asas e voa!
A águia olhou em seu redor. Tremia como se experimentasse uma nova sensação. Oh surpresa! A águia ergueu-se, soberba, sobre o seu próprio corpo. Revelou toda a sua força interior e abriu as suas longas asas titubeantes. Esticou o pescoço para a frente e para cima como para medir a imensidão do espaço. Grasnou com o típico kau-kau das águias e levantou vôo. Voou na direcção do sol nascente. Primeiro a medo, mas firme e confiante logo a seguir. Vôou para o alto, para mais alto ainda, até desaparecer no horizonte.
Acabara de irromper plenamente a águia até aqui prisioneira de galinha. Finalmente livre para voar, e voar como águia resgatada rumo ao infinito. E assim vôou até se fundir com o azul do firmamento.


Todos nós temos um pouco de Galinha e de Águia, mas não nos podemos esquecer que fomos criados à imagem e semelhança de Deus! NÓS TAMBÉM SOMOS ÁGUIAS. Nós voamos!

QUERO SER LIVRE - BEM DA HORA

Bem da Hora: Liberdade

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Oferta diária ao Espírito Santo


Oferta diária ao Espírito Santo

Te ofereço, ó Divino Espírito Santo, a oração de Maria e dos Apóstolos no Cenáculo, e a esta uno a minha, para que se realize em mim, na Igreja e no mundo, um Novo Pentecostes de Amor!
Maria, Virgem do Cenáculo, Rogai por nós!
Beata Elena Guerra, rogai por nós!

Oração ao Espírito por intercessão de Elena Guerra


Oração ao Espírito por intercessão de Elena Guerra


O adorável Espírito de Deus, que se manifestastes à Beata Elena Guerra com a abundância de teus dons e carismas, e lhe confiou o perene renovar-se de teu Pentecostes, pela docilidade e fidelidade à missão a ela confiada, nós te pedimos de torná-la ainda hoje testemunha do teu amor no escutar nossa oração por...
Reaviva, ó Deus Consolador, a nossa fé e a nossa esperança a fim que possamos caminhar com serena coragem, rumo ao encontro definitivo. Amém!

Ó vinde Espírito Criador,


Ó vinde Espírito Criador, as nossas almas visitai
e enchei os nossos corações com os vossos dons celestiais.
Vós sois chamado o intercessor do Deus excelso, o dom sem par,
A fonte viva, o fogo, o amor, a unção divina e salutar.
Sois doador dos sete dons, e sois poder na mão do Pai,
Por ele prometido a nós, por nós seus efeitos proclamai.
A nossa mente iluminai, os corações enchei de amor,
Nossa fraqueza encorajai, qual força eterna e protetor.
Nosso inimigo repeli, e concedi-nos a paz;
Se pela graça nos guiai, o mal deixamos para trás.
Ao Pai e ao Filho Salvador, por vós possamos conhecer.
Que procedeis do seu amor fazei-nos sempre firmes crer.
(Hrabamus Maurus, +856)

Peço-te, ó Jesus, de renascer, mas de renascer do alto.


Peço-te, ó Jesus, de renascer, mas de renascer do alto.
Peço-te rebatizar-me e renovar-me no teu Espírito…
Ele seja sempre a inspiração dos meus pensamentos,
o estímulo da minha vontade, o centro dos meus afetos,
O guia das minhas palavras, o sustento da minha esperança,
O motivo e o fim de minhas ações, o amigo do meu coração,
O companheiro da vida, o meu conforto na morte,
O meu tesouro para a eternidade…
Que a minha vida seja um incessante renascer e crescer no Espírito.

Beata Elena Guerra


Beata Elena Guerra
(1835-1914)

Elena Guerra nasceu em Lucca (Itália), no dia 23 de Junho de 1835. Viveu e cresceu em um clima familiar profundamente religioso.Durante uma longa enfermidade, se dedica à meditação da Palavra de Deus e ao estudo dos Padres da Igreja, o que determina seu orientamento da vida interior e de seu apostolado; primeiro na Associação das Amigas Espirituais, idealizada por ela mesma para promover entre as jovens a amizade em seu sentido cristão, e depois nas Filhas de Maria

Em Abril de 1870, Elena participa de uma peregrinação pascal em Roma juntamente com seu pai, Antônio. Entre outros momentos marcantes, a visita às Catacumbas dos Mártires confirmam nela o desejo pela vida consagrada. Em 24 de Abril, assiste na Basílica de São Pedro a terceira sessão conciliar do Vaticano I, na qual vinha aprovada a Constituição “Dei Filius” sobre a Fé. A visita ao Papa Pio IX a comove de tal maneira que depois de algumas semanas, já em Lucca, no dia 23 de Junho, faz a oferta de toda a sua vida pelo Papa.



No ano de 1871, depois de uma grande noite escura, seguida de graças místicas particulares, Elena com um grupo de Amigas Espirituais e Filhas de Maria, dá início a uma nova experiência de vida religiosa comunitária, que em 1882 culminará na fundação da Congregação das Irmãs de Santa Zita, dedicada a educação cultural e religiosa da juventude. É neste período que Santa Gemma Galgani se tornará “sua aluna predileta”.

Em 1886, Elena sente o primeiro apelo interior a trabalhar de alguma forma para divulgar a Devoção ao Espírito Santo na Igreja. Para isto, escreve secretamente muitas vezes ao Papa Leão XIII, exortando-o a convidar “os cristãos modernos” a redescobrirem a vida segundo o Espírito; e o Papa, amavelmente solicitado pela mística Luquese, dirige à toda Igreja alguns documentos, que são como uma introdução a vida segundo o Espírito e que podem ser considerados também como o início do “retorno ao Espírito Santo” dos tempos atuais: A breve “Provida Matris Charitate” de 1895; a Encíclica “Divinum Illud Munus” em 1897 e a carta aos bispos “Ad fovendum in christiano populo”, de 1902.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Então chegou uma pobre viúva


Naquele tempo, Jesus dizia, no seu ensinamento, à multidão: “Tomai cuidado com os doutores da Lei! Eles gostam de andar com roupas vistosas, de ser cumprimentados nas praças públicas; gostam das primeiras cadeiras nas sinagogas e dos melhores lugares nos banquetes. Eles devoram as casas das viúvas, fingindo fazer longas orações. Por isso eles receberão a pior condenação”. Jesus estava sentado no Templo, diante do cofre das esmolas, e observava como a multidão depositava suas moedas no cofre. Muitos ricos depositavam grandes quantias. Então chegou uma pobre viúva que deu duas pequenas moedas, que não valiam quase nada. Jesus chamou os discípulos e disse: “Em verdade vos digo, esta pobre viúva deu mais do que todos os outros que ofereceram esmolas. Todos deram do que tinham de sobra, enquanto ela, na sua pobreza, ofereceu tudo aquilo que possuía para viver”